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07 janeiro, 2013

MISSA DA EPIFANIA DO SENHOR


MATRIZ SÃO JOSÉ



MISSA DA EPIFANIA DO SENHOR


PADRE JOÃO RIBEIRO


“JESUS É A LUZ QUE ILUMINA A HUMANIDADE”

Na manhã de domingo (06), às 8 horas foi celebrada na Igreja Matriz São José a Santa Missa da Epifania do Senhor.


Na festa da Epifania, celebramos a manifestação de Jesus ao mundo. Ele é a luz que ilumina os nossos passos e derruba por terra todas as formas de poder criadas pelo homem para que se mantenham os mais humildes dominados pela exploração.

A nova forma de poder que Deus apresenta à humanidade a partir do nascimento de seu Filho, tornado rei na sua fragilidade e pobreza, abala as estruturas dominantes, que inseguras, lutarão em vão por manter a ordem constituída.

Com a Epifania, inaugura-se o plano de libertação dos que se encontram prisioneiros dos sistemas políticos corruptos e desgastados pelo acúmulo de poder.

Na homilia o padre João Ribeiro, frisou que pior que ser pagão é ser indiferente, ou seja, ser batizado ter recebido os sacramentos, mas não pôr em prática o que recebeu gratuitamente de Deus. Cada batizado tem a missão de anunciar a Boa Nova, e para que isto ocorra é necessário tirar a máscara, dar testemunho e revelar ao mundo que Deus quer a salvação de todos.


DIZIMISTA É CONTEMPLADA COM UMA PASSAGEM PARA ROMARIA

Finalizando a celebração, houve um sorteio de uma passagem para a Romaria de Aparecida do Norte (dia 24), para todos os dizimistas que contribuíram com o Dízimo durante o ano de 2012.

GANHADORA DA PASSAGEM:

VALDINEI PEREIRA OSTROSK


EPIFANIA DO SENHOR

A Igreja celebra a Epifania, isto é, a manifestação do Senhor ao mundo inteiro. Os Magos representam os povos de todas as línguas e nações que se põem a caminho, chamados por Deus, para adorar Jesus (cf. Mt 2, 1-12).

Nos Reis Magos, vemos milhares de almas de toda a terra que se procuram o Senhor para O adorar. Passaram-se vinte séculos desde aquela primeira adoração, e esse longo desfile do mundo inteiro continua a chegar a Cristo Jesus.

A festa da Epifania incita todos os fiéis a partilharem dos anseios e fadigas da Igreja, que “ora e trabalha ao mesmo tempo, para que a totalidade do mundo se incorpore ao Povo de Deus, Corpo do Senhor e Templo do Espírito Santo” (LG 17). Nós podemos ser daqueles que, estando no mundo, imersos nas realidades temporais, viram a estrela de um chamamento de Deus e são portadores dessa luz interior que se acende em consequência do trato diário com Jesus. Sentimos, pois, a necessidade de fazer com que muitos indecisos ou ignorantes se aproximem do Senhor e purifiquem a sua vida.

A Epifania é a festa da fé e do apostolado da fé. Participam desta festa tanto os que já chegaram à fé como os que procuram alcançá-la. Participa desta festa a Igreja, que cada ano se torna mais consciente da amplitude da sua missão. A quantos é necessário levar ainda a fé! Quantos homens é preciso ainda reconquistar para a fé que perderam, numa tarefa que é às vezes mais difícil do que a primeira conversão!

A Epifania recorda-nos que devemos esforçar-nos por todos os meios ao nosso alcance para que todos os nossos amigos, familiares e colegas se aproximem de Jesus.

Os Magos, seguindo a estrela, encontram o lugar onde estava o Salvador com Maria e José. E voltaram às suas regiões por outro caminho.

Quem encontra Jesus Cristo muda de caminho. Toma outro caminho. Um caminho novo, o caminho de Jesus Cristo que Se apresenta como o Caminho. O encontrar Deus no Menino transforma a vida das pessoas. Já não podem voltar a Herodes. Voltaram por outro caminho à sua região. Importa seguir a estrela que pousará onde está Jesus Cristo. Precisamos estar atentos à estrela. A estrela são todos os sinais de Deus para que encontremos o Messias Salvador: a Palavra de Deus, os Sacramentos, o Magistério da Igreja, uma boa palavra do sacerdote ou de pessoas amigas, os acontecimentos da vida.

Os Magos seguiram a estrela. Não duvidaram, porque a sua fé era sólida, firme; não titubearam perante a fadiga de tão longa viagem, porque o seu coração era generoso. Não adiaram a viagem para mais tarde, porque tinham alma decidida. É importante aprender dos Magos a virtude da perseverança: mesmo durante o tempo em que a estrela se ocultou aos seus olhares continuaram à procura do Menino! Também nós devemos perseverar na prática das boas obras, mesmo durante as mais obscuras trevas interiores. É a prova do espírito, que somente pode ser superada num intenso exercício de fé. Sei que Deus assim o quer, devemos repetir nesses momentos: Sei que Deus me chama e isso basta!

Sejamos também nós, estrelas que vão indicando o caminho ao próximo para que ele encontre o Messias Senhor. Há muitas maneiras de sermos estas estrelas, dando testemunho de Cristo. Que na festa da Epifania nos deixemos guiar pela estrela, iluminar por ela, e assim, poderemos ser luz para os outros.

Peçamos à Virgem Maria que nos conduza ao seu Filho Jesus. Os Reis Magos tiveram uma estrela. Nós temos Maria!

Fonte: http://servosdecristosacerdote.blogspot.com.br


Dízimo, experiência de Fé.

O dízimo é experiência de fé que torna possível e concreto o sonho da fraternidade. Da consciência e prática do dizimista dependem em grande parte o dinamismo e a vida da comunidade.

O amor e a generosidade têm de caracterizar a nossa contribuição. Não se contribui para se querer receber, mas porque somos gratos a Deus, que nos dá tudo. O amor evidencia a nossa necessidade de querer agradecer.
O nosso coração deve ser a medida da entrega. Em Malaquias, Deus nos diz que é necessário pagar integralmente o dízimo, para que em casa não falte o alimento. Ora, é necessário pensar que a casa de Deus, hoje, tem como endereço os irmãos que precisam ser assistidos e promovidos. O dízimo tem de provocar em nós um compromisso social da fé. E Deus ainda diz: "Fazei a experiência". Se é lei, Palavra de Deus, não temos porque temer.

Em At. 2,42-46 vemos que o modelo da Igreja criado pelos primeiros cristãos com a força do Espírito Santo tem como base a partilha dos bens. Ninguém sofria privação e ninguém tinha demais. A partilha se apresenta como condição para o advento da justiça. Jesus em Mt. 17, 24-27 manda pagar o dízimo; isso porque a sua vida foi uma entrega plena e total ao Pai, na construção do Reino.

O dízimo é uma resposta de amor e gratidão a Deus. Cada cristão precisa sentir no seu coração o apelo espontâneo e se comprometer com a sua Igreja.

O dízimo é um desafio de fé; portanto, é uma oferta espontânea, comunitária, alegre e generosa, consciente e sistemática. Não é uma taxa, tributo para alívio da consciência. Contribuindo com o dízimo o cristão está sendo ajudado e ajudando a sua Igreja a ser mais missionária, está testemunhando e expressando a sua fé e está atento às necessidades de seus irmãos mais pobres que precisam ser ajudados e promovidos. O dízimo que temos é o orgulho da comunidade que somos.

Ir. Custódia Maria Cardoso

(Associação de liturgia e música sacra)


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